evangelista de 92 anos foi internado no Hospital Mission perto de Asheville na última quarta-feira depois de ter dificuldade em respirar.Seu médico, Dr. Lucian Rice, disse que ele estava satisfeito com o ritmo de recuperação de Graham.“Ele respondeu bem ao tratamento, com melhora progressiva desde seu internamento. Nós esperamos continuar a recuperação em casa com recuperação gradual, retornando às atividades normais durante algumas semanas.”
“Estou muito feliz que ele está de volta tão rápido.”
Ele disse que foi um “sinal encorajador” que Graham não houvesse vivenciado nenhuma complicação em sua recuperação.
A porta-voz de Graham, A. Larry Ross, disse que o evangelista continuou com sua rotina normal enquanto estava hospitalizado, realizando estudos da Bíblia  e oração semanalmente com seu pastor, Dr. Don Wilton, na quinta-feira como normalmente faz.
Graham agradeceu aos funcionários do Hospital Mission por seus cuidados despois de ser liberado no domingo.
“Estou agradecido por esse maravilhoso hospital tão perto de minha casa. Os doutores e os funcionários mostraram
habilidades e cuidados compassivos,” disse ele.
“Estou profundamente tocado por suas orações e melhores votos de tantas pessoas por mim, e eu espero voltar para casa e retomar minhas atividades normais logo.”
Graham é um dos evangelistas mais conhecidos do mundo e encontrou ou ministrou à todos os presidentes dos EUA desde 1950.
Ele alcançou mais de 2 bilhões de pessoas com a mensagem do Evangelho através de cruzadas e rádio e transmissões de TV.
Ele está aposentado agora e passa a maior parte de seu tempo na sua casa da montanha. Seu filho, Franklin Graham, seguiu seus passos, conduzindo cruzadas evangelísticas com a participação de dezenas de milhares de pessoas, e dirigindo o ministério fundado por seu pai, a Associação Evangelística Billy Graham.

A redenção pela morte de Jesus na cruz, o “Cordeiro de Deus”, o sacrifício perfeito que propicia salvação a todo que crê e confessa,Rm.10:9 e10continua sua ação de nos levar a presença de Deus, reatando a aliança que foi partida por Adão ao desobedecer a Deus, dando lugar ao pecado.


O Batismo no Espírito Santo nos leva a um novo estilo de vida. Cheios do Espírito Santo estamos prontos para cumprir nosso propósito em Deus. Jesus disse que João Batista foi o maior dos nascidos de mulher, todavia o menor no Reino dos céus é maior que ele.

João Batista foi o maior de todos os que estavam sob a velha aliança. Mas na nova, era o menor, por causa do nosso relacionamento com o Espírito Santo. O desejo do Senhor é que transbordemos com o Espírito Santo para que sejamos “cheios de toda Plenitude de Deus” Cl.2:9 e 10

Em Atos 2 vemos os 120 discípulos sendo batizados pelo Espírito Santo e com coragem, intrepidez e Poder pregaram o evangelho, anunciando o Reino de Deus e uma multidão é salva. No entanto em Atos 4 “todos ficaram cheios do Espírito e anunciavam corajosamente a Palavra de Deus”. Atos 4:31 Vemos então que há um batismo, mas várias plenitudes do Espírito Santo.

Precisamos diariamente ser cheios do Espírito Santo. Assim cumprimos a missão de pregar o Evangelho e fazer discípulos e somos santificados. Quanto mais cheios do Espírito mais fácil resistir ao pecado.

Porque a Igreja tem falhado nesta missão? Entramos por caminhos perigosos, cheios de religiosidade, racionalismo e humanismo. O caminho da religiosidade é embasado em cumprir leis e doutrinas. Perdemos a essência e vivemos só de aparência. Deixamos de depender de Deus e relativizamos a obediência a Palavra. Cristianismo é relacionamento com Deus através de Jesus Cristo. O cristianismo de muitas pessoas é sem a cruz, sem morrer para si mesmo para que a vida do Senhor se manifeste.

Precisamos buscar avivamento pessoal. Vamos voltar ao primeiro amor. Diariamente cheios do Espírito Santo! Quanto maior a manifestação da sua presença, mais poder, vidas santas, milagres e vitórias. A presença do Espírito Santo torna o impossível possível!

Estamos nos preparando para celebrar a Festa de Pentecostes; jejuns, orações, meditação na palavra e muita adoração. Uma busca marcada por quebrantamento e fome por mais de Deus.

Vamos buscar o Batismo de Fogo.Mt.3:11 e 12 Se lhe dermos algo que vale ser queimado,Ele há de derramar, purificar e encher.

Suba no altar e seja você mesmo o sacrifício

Conheço a história de dois amigos que tiveram uma experiência, no mínimo, estranha.

Passaram um dia inteiro conversando com alguém que, de repente, sumiu diante dos seus olhos!
Imagine que situação: Você ficar um dia inteiro na companhia de uma pessoa que, de repente, some! Desaparece!

Só pode ser coisa de outro mundo!

Mas essa história é verdadeira e você pode encontrá-la no Evangelho de Lucas, no capítulo 24.
Dois homens estavam a caminho de uma aldeia chamada Emaús.
Eles estavam conversando, trocando idéias, fazendo perguntas um ao outro quando, Jesus se aproximou e os acompanhou, porém eles não o reconheceram. Jesus seguiu com eles por todo o dia, conversando a respeito dos profetas e das promessas de Deus acerca do Messias.
Jesus havia acabado de ressuscitar e já estava procurando alguém para caminhar!
Sabe... Jesus gosta de caminhar e conversar conosco! Ele gosta mesmo disso!
Aqueles homens estavam tristes, mas Jesus, com sua presença, encheu os seus corações de alegria.

E qual o momento Ele escolheu para se revelar? Durante a ceia! Isso nos fala de comunhão, intimidade...
Jesus incendiou aqueles homens.

Ele se aproximou, conversou, ensinou, caminhou, teve comunhão, se revelou... E depois de tudo isso, Ele, literalmente, desapareceu. De uma forma sobrenatural, sumiu diante dos seus olhos!

Eles ficaram com o coração em chamas pelo Senhor!

O fato de Jesus não ter se revelado no exato momento que se aproximou daqueles homens, me faz refletir... Ele é real, o Seu Espírito está em nós pronto para fazer o nosso coração queimar de desejo por Sua presença.

E isso só pode ser coisa de outro mundo!

Quando eles caíram em si, lembraram que, no caminho, durante todo o tempo, os seus corações ardiam em chamas...

Se aproximar, conversar, caminhar, se revelar... Ele fez tudo isso. E você?

Já se aproximou? Conversou? Caminhou com Ele?

O seu coração tem estado em chamas?

Você está ouvindo a sua voz?
Em casa, na escola, no ônibus, no trabalho...

Caminhe, converse, tenha comunhão com Jesus.

E quando o seu coração queimar lembre-se: a doce presença do Seu Espírito está lhe chamando... Corresponda!
Agora o conhecemos em parte, mas depois o veremos face a face.

Jesus está nos preparando para o céu!

Aproveite, pois o tempo está se cumprindo e os que não são deste mundo, vão subir para se encontrar com o Senhor!

...Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo (João 17:14).

Deus é bom demaissssss!

Que o Senhor Jesus te abençoe!

Uma ótima semana pra você!


Margaret Souza.


DEUS TEM UM PLANO ESPECÍFICO PARA VOCÊ

Não permita que nada nem ninguém fique entre você e Deus. Ele deseja ter um relacionamento pessoal, portanto especifico com cada um. Quando olhamos para Deus através do homem O vemos com imperfeições ou racionalismo, não conseguimos compreender a grandeza e a profundidade dos Seus planos, nem aceitar a Sua imensa misericórdia.

O plano de Deus para conosco não é confuso. Se o seguirmos conforme os ensinamentos bíblicos (buscando em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça) estaremos aberto a sua orientação especifica. Ele usa as pregações, os amigos, o louvor, os testemunhos e as conversas, para nos convencer se uma direção em particular está certa ou errada. Contudo, jamais haverá substitutos, para períodos de meditação na leitura das Escrituras, no jejum e nas orações.

Nosso Deus se deleita em nos surpreender com o que pode fazer com aqueles que confiam n’Ele completamente, que põe o conforto, a diversão e o orgulho de lado e procuram na obediência submissa os seus dons.

Olhai para as aves do céu não semeiam não colhem, nem juntam em celeiros, e, contudo, o vosso Pai Celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

Qual de vós poderá, com as suas reocupações, acrescentar uma única hora ao curso da sua vida. Mt 6.26,27



Pergunta: "Por que existem duas narrativas diferentes sobre a Criação em Gênesis capítulos 1-2?"



Resposta:

Gênesis 1:1 diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra…”. Depois, em Gênesis 2:4, aparenta ser o caso que uma história diferente sobre a Criação começa. A idéia errada sobre a existência de duas narrativas sobre a Criação é bastante comum. No entanto, vamos ver que essas passagens descrevem o mesmo evento da Criação. Elas não discordam sobre em qual ordem as coisas foram criadas, portanto, não se contradizem. De acordo com a opinião errada, Gênesis 1 afirma que Deus criou a terra, então a vegetação, então os animais, então o homem; enquanto Gênesis 2 afirma que Deus criou a terra, então o homem, então as plantas, então os animais. Na verdade, enquanto Gênesis 1 descreve os “Seis Dias da Criação” (e um sétimo dia para descanso), Gênesis 2 descreve apenas um dia da semana de Criação – o sexto dia – e não há nenhuma contradição (como iremos ver).



Vamos começar nosso estudo com uma investigação dos primeiros cinco versículos da narrativa em Gênesis 2 (em itálico) e terminar com uma visão geral do resto do capítulo. Como a passagem de Gênesis 1 na verdade termina com o terceiro versículo do segundo capítulo, vamos começar a narrativa de Gênesis 2 no quarto versículo. Estaremos usando a versão Almeida Revista e Atualizada (versão 1993).



Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o SENHOR Deus os criou (v.4). A palavra hebraica aqui traduzida “gênese” é toledot. Ela aparece mais doze vezes no livro de Gênesis (5:1, 6:9, 10:1, 32, 11:10, 11:27, 25:12, 13, 19, 36:1, 9 and 37:2) e mais doze vezes no resto do Velho Testamento, sempre em referência à linhagem humana (sem exceção). A palavra “quando” aqui se refere a um período de tempo não especificado. Então, uma leitura direta do quarto versículo seria algo assim: “o que segue é a descrição da linhagem humana dos céus e da terra na era quando Deus os criou”. Não especifica o primeiro dia, ou o segundo, ou o oitavo dia.



Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois ainda nenhuma erva do campo havia brotado; porque o SENHOR Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo (v. 5). A palavra hebraica traduzida aqui como “campo” é sadeh. Refere-se a um terreno pequeno ou a um campo cultivado. A palavra “terra” é erets. Refere-se a um terreno maior, ou ao planeta como um todo. Essa é uma distinção bem importante, distinção essa que vemos não só nessa passagem, mas também no resto do livro de Gênesis (23:13, por exemplo) e por todo o Velho Testamento (Levítico 25:2-3, por exemplo). Enquanto a vegetação de Gênesis 1:11-12 era a de um tipo geral, a vegetação de Gênesis 2:5; 8-9 era de um tipo específico. As “plantas de sadeh” e as “ervas de sadeh” se referem à agricultura, sadeh significando um campo cultivado.



Note que ainda não existia agricultura porque o SENHOR Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo. Em destaque aqui estão duas das quatro coisas necessárias para a agricultura (o homem para lavrar o solo e chuva, as outras duas coisas sendo solo fértil e luz solar). O texto não apenas se refere especificamente às plantas agrícolas de um campo cultivado; também implica que duas das coisas necessárias à agricultura ainda estavam em falta. Além disso, é óbvio que isso não significa plantas em geral, pois isso seria o mesmo que dizer que não há selvas, florestas ou prados em nenhum lugar porque o homem ainda não tinha lavrado o solo, esse é um pensamento ridículo. Não, a vegetação descrita aqui é a de horticultura. É a administração da agricultura.



Mas uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo (v.6). Note que terra e água (em forma de neblina) já existiam a esse ponto. Só não tinha chovido ainda. Gênesis 2 não é uma narrativa da criação da terra e água; isso já tinha acontecido em Gênesis 1.



Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente (v.7). Aqui, ao apresentar a linhagem humana dos céus e da terra na era quando foram criados, o autor retrocede na sequência cronológica ao sexto dia, quando Deus criou o homem, um lugar apropriado para começar. Podemos encontrar essa ferramenta literária – quer dizer, retroceder na sequência cronológica para entrar em detalhes – em outros lugares da Bíblia também. Considere 1 Reis 6-7. No capítulo seis lemos sobre a construção do tempo de Salomão. A construção é terminada com o último versículo do capítulo, versículo 38: “E, no ano undécimo, no mês de bul, que é o oitavo, se acabou esta casa com todas as suas dependências, tal como devia ser. Levou Salomão sete anos para edificá-la”. Então, no primeiro versículo do próximo capítulo, o autor segue a descrever a construção do templo de Salomão: “Edificou Salomão os seus palácios, levando treze anos para os concluir”. No versículo 12, o autor termina com o palácio. Então, no versículo 13 do capítulo 7, ele volta ao início da construção do templo, com isso voltando em sua sequência de tempo, a qual ele tinha completado no capítulo 6, antes mesmo de descrever a construção do palácio no capítulo 7.



Dessa mesma forma, o autor de Gênesis apresenta a criação do homem no sexto dia no primeiro capítulo porque o homem é o ponto principal da história da Criação. Então, no segundo capítulo, o autor retorna ao sexto dia para entrar em mais detalhes sobre a narrativa que começa em 2:4 (e que dura até 5:1, onde a próxima narrativa começa).



E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado (v.8). Temos aqui a criação da agricultura com o primeiro jardim, criado por Deus para o homem. Nesse versículo temos o início da administração da agricultura. Nós temos tido que lavrar os campos desde então até os dias de hoje (com exceção do período do dilúvio). Por uma questão de tempo, não vamos estudar cada um do resto dos versículos individualmente. Vamos dar uma olhada geral no resto no capítulo.



Versículos 9-14 descrevem o Jardim do Éden e um rio que percorria pelo jardim. Esse rio se dividia em quatro rios menores, cada um percorrendo por um território pré-dilúvio diferente. Aparenta ser o caso que as pessoas de depois do dilúvio nomearam alguns de seus rios com os mesmos nomes dos rios antes do dilúvio, da mesma forma que os colonizadores americanos primitivos nomearam algumas de suas cidades e estados com o mesmo nome das cidades que tinham deixado para trás (Nova Iorque, assim nomeada por causa da cidade inglesa de Iorque; Nova Jérsei, assim nomeada por causa da Ilha de Jérsei no Canal Inglês; Nova Orleans, assim chamada por causa da cidade francesa de Orleans, etc).



Versículos 15-17 retornam ao Jardim e incluem a advertência contra comer da árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. No versículo 18 lemos a decisão de Deus de criar uma mulher para o homem, uma decisão que Deus com certeza tinha feito bem antes de criar o primeiro homem. Essa decisão é aqui apresentada como a introdução do que está para acontecer logo a seguir.



Nos versículos 19-20, Deus, na frente de Adão, forma da terra “todos os animais do campo” e todas as “aves dos céus”, para que Adão lhes desse um nome. Primeiramente, vamos destacar que, de acordo com a mentalidade da Antiguidade, ao nomear algo, posse está sendo tomada do que está sendo nomeado. Então, esse evento foi uma espécie de ceremônia pela qual Adão recebeu de Deus essas criaturas (e consequentemente todo o resto da criação) como pertencentes a si. Segundo, preste atenção ao fato de que Deus não recriou todo tipo de animal para que Adão lhes desse um nome, apenas alguns: “todos os animais do campo” (os que chamamos de animais de grande porte – os que estariam ajudando o homem em suas atividades agrícolas), e as “aves dos céus” (sem dúvida por sua majestade impressionante... como se Deus estivesse dizendo a Adão: “você acha que esse animais de grande porte são impressionantes, então olhe esses daqui!”). Adão não ficou lá por semanas nomeando milhares de animais. Terceiro, considere o fato de que Deus já havia inicialmente criado todas essas criaturas antes de criar Adão, então Adão não viu quando Deus criou essas criaturas. Ao criar um jardim e recriar alguns dos representantes do reino animal na frente de Adão, Deus então pôde mostrar-lhe que era o Criador de tudo (até o usurpador – quer dizer, Satanás – vir logo após e tentar apresentar a si mesmo como o criador). Quarto, e para concluir, esse exercício com certeza foi didático. Talvez através desse exercício Deus pôde ensinar a Adão uma lição importante sobre a singularidade, beleza e valor peculiar do presente que estava prestes a receber – sua esposa. Finalmente, nos versículos 21-25 Deus coloca essa jóia preciosa na coroa de sua criação: Ele cria a mulher do homem. E o resto, como dizem, é história.



Ao considerar as duas narrativas da criação individualmente e então ao reconciliá-las, podemos ver que Deus descreve a sequência da Criação de Gênesis 1, para então dissecar seus aspectos e detalhes mais importantes, principalmente do sexto dia, em Gênesis 2. Não há qualquer contradição aqui, apenas uma ferramenta literária comum de descrever um evento do geral ao específico

O Senhor vem avisando a Igreja sobre a necessidade de estar preparado, pois os comandos já estão sendo dados. Muitos servos de Deus tem sido porta voz de avisos muito semelhantes: À hora é chegada! É preciso entender as “estações,” como a tribo de Issacar que entendia os tempos etc.


Já estamos sendo preparados para entender, discernir e atuar. Os comandos e revelações estão sendo dados e o Senhor está dizendo: “Eu estou pronto e vocês”?

O inimigo vem agindo na Igreja, usando várias estratégias de engano: ativismo, humanismo, religiosidade, competição e divisão, mundanismo e etc. Nossa tendência é de agir de acordo com nossos sentidos. O que vemos e sentimos ainda é muito forte, além de sucumbirmos sempre às pressões das pessoas e circunstancias.

Como estar pronto em meio há este tempo que estamos vivendo? Como discernir, entender e se posicionar correto?

Vou dizer o que entendo e pratico. Para mim o Reino de Deus é mais real que este mundo que vivemos. Tudo começa com disciplina com a Palavra e oração. Um estilo de vida pautado na Palavra e na completa direção do Espírito. Disciplina, perseverança e determinação. Leia Romanos 12:1 e 2

É preciso ser “vaso novo” para receber o “vinho novo” do Senhor. Ele tem dito que vai derramar óleo fresco, uma referencia a uma unção nova, mais poder e capacitação, para que possamos cumprir nosso chamado.

O Senhor orientou seus discípulos a ficarem em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder. Eles obedeceram, foram cheios do Espírito Santo e o Senhor num só dia acrescentou a Igreja 3.000 mil pessoas. À medida que obedecermos Ele vai dando mais direção e nos preparando e capacitando para a “Grande Colheita”. Ele vai fazer e já está pronto e você? Busque ao Senhor de todo o seu coração, tenha muito cuidado com o pecado, vigie mais, busque ser dominado pelo “Temor de Deus”. Separe tempo de qualidade para estar com Ele. Se priorizarmos Deus, vamos ser surpreendidos por um derramar de graça, poder, unção, renovação, misericórdia, sabedoria e muito, muito mais! Ele crescerá e aparecerá e nos vamos diminuir e seu poder será visto e sentido por todos. Avivamento pessoal nos levará a um nível muito alto com Deus e em conseqüência todos em volta de nós serão impactados, transformados e avivados.

Vamos começar hoje mesmo a buscá-lo mais?

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- POR QUE ADÃO NÃO MORREU NO DIA EM QUE COMEU DO FRUTO PROIBIDO, COMO DEUS DISSERA QUE ACONTECERIA?

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