No Brasil, até o momento, já são 43 mortes associadas à KPC. No Distrito Federal, o número de contaminações é ainda maior - 183 casos, das quais 18 morreram. A KPC já apareceu em vários estados: São Paulo, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina.
A Anvisa prevê multa de R$ 1,5 milhão para farmácias que venderem antibióticos (remédios que atuam principalmente contra bactérias e fungos) sem reter a receita médica. Atualmente, a regra estabelece que o paciente apresente a receita médica, mas ele pode ficar com ela. Isso tudo é para conter o uso indiscriminado desse tipo de medicamento - apontado pelo Ministério da Saúde como um dos fatores do surgimento de organismos resistentes, como a KPC.
Outra resolução da agência obriga clínicas e hospitais a disponibilizarem álcool líquido ou em gel para médicos e enfermeiros limparem as mãos. Mas o que fazer para prevenir-se contra a doença? Quais são os riscos? Confira abaixo 13 dúvidas esclarecidas pela infectologista Ana Cristina Gales, da Unifesp.
1 - O que é a bactéria KPC?
KPC não é o nome da bactéria, mas de uma enzima produzida por ela, que é capaz de inativar os antibióticos mais potentes disponíveis para o tratamento de infecções graves, principalmente aquelas adquiridas no ambiente hospitalar.
2 - Ela é chamada de superbactéria? Por quê?
As superbactérias só são assim denominadas quando produzem uma enzima tão potente capaz de inativar a eficácia de outros antibióticos, limitando, assim, as possíveis opções para o tratamento de infecções graves.
3 - A KPC é uma mutação?
Não se trata de uma mutação. "Ninguém sabe ao certo como a primeira dessas bactérias surgiu, mas acredita-se que o uso dos antibióticos do tipo carbapenens, de uso comum, favoreceu sua aparição, mas ninguém sabe a origem do gene, nem como isto ocorreu exatamente", diz a especialista.
4 - Qual a velocidade de reprodução dessa bactéria?
As bactérias como as KPC, geralmente se multiplicam muito rápido, duplicando de número a cada 20 minutos.
5 - Qualquer pessoa pode ser infectada pela KPC? Há grupo de risco?
As pessoas que estão hospitalizadas, ou em contato com ambiente hospitalar têm maiores riscos. "Porém, pacientes hospitalizados em UTI?s com doenças debilitantes como câncer ou com transplante, e que receberam antibióticos apresentam maior risco de ser contaminado com a bactéria", diz Ana.
6 - Como ocorre a transmissão entre as pessoas?
A transmissão ocorre por meio do contato direto, como tocar a outra pessoa, ou por contato indireto, por meio do uso de um objeto comum, por exemplo. Assim, é bom evitar tocar superfícies de hospitais, como camas, portas e paredes. Para evitar a maior proliferação, não tome antibióticos por conta própria e siga as orientações médicas. Caso precise entrar em contato com pacientes, lave bem as mãos antes e depois.
7 - A KPC está espalhada nas ruas ou em qualquer ambiente?
Até o momento, as bactérias produtoras de KPC foram observadas somente em pacientes hospitalizados ou que estiveram no ambiente hospitalar. "No ambiente, provavelmente esta bactéria teria menos chance de sobreviver quando ?competisse? com outras, pois não criou ainda resistência", explica a médica.
8 - Quais são os maiores riscos?
O maior risco reside na não detecção da superbactéria, o que pode ocorrer com frequência por ser um organismo ainda desconhecido, causando eventual tratamento inadequado do paciente, o que aumenta as chances de morte do paciente.
9 - Como é feito o diagnóstico?
Existem testes especiais feitos caso o paciente apresente sinais e sintomas de infecção urinária, por exemplo. O médico irá solicitar exames urina e o antibiograma, que é o teste realizado para confirmar se a bactéria é sensível ou resistente a determinado antibiótico. "Por outro lado, se quero saber se um paciente está contaminado com a bactéria porque está ao lado de um paciente infectado por esta bactéria ou colonizado (que tem a bactéria no organismo, mas não apresenta infecção), solicitamos a realização de outro exame, o swab retal (introdução de um "cotonete"), para que seja avaliado se há o crescimento desta bactéria", afirma a especialista.
10 - Quais procedimentos devem ser adotados se houver o diagnóstico positivo?
Independentemente de o paciente estar infectado ou colonizado no ambiente hospitalar, ele será isolado em um quarto, as visitas serão restringidas, os profissionais da área saúde que o atenderem usarão medidas de barreira como avental e luvas que deverão ser desprezados antes de saírem do quarto do paciente. Se possível, estes profissionais não deverão prestar atendimento a pacientes não infectados ou colonizados, para não contaminá-los também.
11 - Como é o tratamento?
A maioria das amostras de KPC encontradas até agora são sensíveis aos antibióticos como aminoglicosídeos, polimixinas e tigeciclinas. "Porém, existe o risco de a bactéria desenvolver resistência a estas drogas, ou de o gene ser adquirido por uma espécie bacteriana que é naturalmente resistente à tigeciclina ou às polimixinas", diz Ana.
12 - Os hospitais devem fazer exames específicos nas pessoas em geral?
Não, uma vez que não existem casos de infecção fora dos quadros de risco descritos no país.
13 - Como posso me prevenir?
A lavagem das mãos, com sabão ou álcool gel, é a medida mais simples, mais barata e mais eficaz no controle da disseminação de das bactérias. Além disso, os profissionais de saúde devem manter todo o protocolo de medidas preventivas.
Talvez essa afirmação pareça uma contradição mas não é. Talvez você esteja pensando como a tribulação pode ser uma benção;Mas a palavra de Deus em II Corintios 4:17 nos diz o seguinte:
"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;"
Você prestou bem atenção no que lemos agora?
O texto está afirmando que as nossas lutas, sofrimentos produz algo eterno. Interessante isso. A tribulação de hoje, as tuas provações e agonias produz algo excelente e eterno.
- Como algo ruim (tribulação) pode produzir algo bom e para sempre?
Na realidade, o presente (tribulação) influencia o nosso futuro.
Essa é uma afirmação de Fé: É como se você colocasse em um lado da balança, as tribulações, e do outro lado, a glória Eterna. - Mas tem como comparar esses dois pesos? - Claro que não. - Sabe por quê?
- Porque um segundo da Glória vale mais do que o contrapeso de uma vida de sofrimentos. O que é anos de labuta, de doença, de lutar contra a pobreza, de perseguição, sim, da morte como um mártir, quando pesado contra as glórias que estão à mão direita de Deus que é eterno! Uma respiração no céu extinguirá todos os ventos adversos da terra. Um dia na Casa do Pai vale mais que o contrapeso dos anos que nós passamos neste triste deserto terreno.
Mas como afirmei, a tribulação é uma benção! vou explicar por quê:
1º - Porque quando estamos bem, temos a tendência de acharmos que existe valor em nós mesmos.
Então Deus permite a tribulação, pois através dela, oramos com mais fervor e damos mais valor à ação de Deus do que as nossas próprias ações.
E levantemo-nos e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia e que foi comigo no caminho que tenho andado. (Gênesis 35:3)
2º - Experimentamos de forma tremenda e especial o consolo do Senhor:
"...Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.( II co 1:4)
Tribulação nos proporciona o que em tempos normais só raras vezes temos, ou seja, paciência: "...sabendo que a tribulação produz perseverança (paciência)."
Novo lançamento de Jadson Soares, disco " Nem um segundo ", um dos ministros de louvor da Igreja Obreiros de Cristo, tem abençoado muitas vidas com uma adoração marcada pela presença de Deus.
CONTATO:
(81) 34718283 /(81) 91031005
TESTEMUNHO:
Em 2004, Deus colocou em meu coração em meu coração em gravar um cd,então busquei aperfeiçoar-me na musica,estudando piano clássico & popular e também técnica vocal. Continuando em oração e perseverança em Deus e no chamado que ele havia designado fui em busca de um estúdio de gravação.Encontrei alguns, mas não sentir a aprovação do Senhor. Foi quando no dia 5 de 2004, fui no estúdio Eficibá e lá percebi que daria inicio a um belo trabalho chamado “Incomparável amor”.que foi o meu 1 cd
Um cd abençoado pelo Senhor,que fez história em Portugal no ano de 2005.

E no ano de 2006 logo após ter retornado de Portugal, Deus começou a abrir as portas e sentir que já era chegada a hora de gravar novamente e as musicas começaram a fluir e novas composições surgiram,nesse CD O Grande Eu Sou existem duas musicas que falam muito ao meu coração que se chama Proteção e O Grande Eu Sou.
Nesse ano de 2010 está prestes a ser Lançado no mercado gospel o CD “Nem Um Segundo”,creio que será benção na vida de cada pessoa. Essa música de trabalho chamada " Nem Um Segundo", é uma canção de ritmo contagiante e letra profunda, que alerta e traz insentivo aos amados irmãos a andarem com Jesus em qualquer lugar,situação,circunstância. Jesus está conosco em todo tempo e que ele seja o nosso condutor todos os dias.Vale apena ouvir!!!
No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, também, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta.
A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19, por exemplo, brephos refere-se às crianças mortas por ordem de Faraó. Mas em Lucas 1.41,44 a mesma palavra é empregada referindo-se a João Batista, enquanto ainda não havia nascido, estando no ventre de sua mãe.
Aos olhos de Deus ele era indistinguível com relação a outras crianças. O escritor bíblico também nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno, indicando, com isso, o inconfundível ser (Lucas 1.15). Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).
Com base nisso, encontramos a palavra grega huios significando "filho", utilizada em Lucas 1.36, descrevendo a existência de João Batista no ventre materno, antes de seu nascimento (seis meses antes, para ser preciso).
A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho" ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.
Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou em delinear estágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.
E ainda, o próprio Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).
Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa. Jó 31.15 diz: "Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?" Em Jó 10.8,11 lemos: "As tuas mãos me plasmaram e me aperfeiçoaram... De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste". O Salmo 78.5-6 revela o cuidado de Deus com os "filhos que ainda hão de nascer".
O Salmo 139.13-16 afirma: "Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe".
Esses textos bíblicos revelam os pronomes pessoais que são utilizados para descrever o relacionamento entre Deus e os que estão no ventre materno.
Esses versículos e outros (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra conclusão possível. Precisamos concordar com o teólogo John Frame: "Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção".
À luz do acima exposto, precisamos concluir que esses textos das Escrituras demonstram que a vida humana pertence a Deus, e não a nós, e que, por isso, proíbem o aborto. A Bíblia ensina que, em última análise, as pessoas pertencem a Deus porque todos os homens foram criados por Ele.
Veja também:
- Testemunhas de Jeová refutado biblicamente versículo por versículo
TESTEMUNHAS DE JEOVÁ X A BÍBLIA
SOBRE JESUS CRISTO
As Testemunhas de Jeová (TJ) não negam a humanidade de Jesus, mas negam sua divindade. Afirmam que Jesus antes de vir ao mundo era apenas o Arcanjo Miguel. Quando nasceu em Belém, tornou-se um homem perfeito e quando ressuscitou dos mortos, fê-lo como um espírito glorificado. No livro A VERDADE VOS TORNARÁ LIVRES p. 49/50 lemos: “Sendo o filho unigênito de Deus e o primogênito de toda a criatura, o verbo seria um príncipe entre todas as outras criaturas. Neste cargo tinha outro nome no céu, nome que é Miguel”. A Bíblia estabelece as seguintes diferenças entre Jesus e Miguel, mostrando que um não é outro:
1. Miguel é anjo (Cl 1.16-17) e Cristo é Deus - Jo 1.1, 20.28, 1 Jo 5.20
2. Miguel é criatura (Cl 1.16-17) e Cristo é Criador - Jo 1.3
3. Miguel é príncipe (Dn 10.13) e Cristo é Rei dos reis - Ap 17.14
4. Miguel é defensor dos judeus (Dn 10.13) e Cristo é defensor de todos os homens - 1 Jo 2.1-2
5. Miguel não pode ser adorado (Ap 22.8-9) e Cristo é adorado pelos próprios anjos - Hb 1.6
6. Miguel não é juiz (Jd 9) e Cristo é Juiz - At 17.31
O verdadeiro ensino da Bíblia acerca de Jesus é que Ele é imutável. Basta ler Hb 1.10-12. Sendo assim, Jesus na terra tinha duas naturezas - a divina que trouxera do céu (Fl 2.6) e a humana, de Maria, sua mãe - Hb 1.21-23. Encontramos na Bíblia a expressão “filho do Homem” empregada 55 vezes nos evangelhos. A Bíblia apresenta Jesus também como Filho de Deus - Jo 5.16-18. Sendo Filho de Deus é igual a Deus - Jo 10.30-33, Jo 14.9. Ele é onipotente, onipresente e onisciente, santo e eterno:
CRISTO É ONIPOTENTE: onipotente significa “que tem todo o poder”. Deus é onipotente por que Ele pode tudo. No Novo Testamento a expressão “o Todo Poderoso” (Ho pantrokrator) se usa unicamente com referência a Deus. Em Ap 1.7-8 assim se declara de Jesus.
CRISTO É ONISCIENTE: nada escapa ao seu conhecimento: Cl 2.3, Jo 4.29, Jo 21.15-17.
CRISTO É ONIPRESENTE: está em todas as partes ao mesmo tempo na absoluta intensidade da sua pessoa - Mt 28.20.
Embora alguns não possam reconhecer Jo 1.11 todos viram a glória de Deus, pois as trevas não podem esconder a luz.
Jesus veio nos mostrar uma glória diferente da glória humana. Não era o tipo de glória que tem o homem mais forte, mais bonito ou mais aceito, nem o campeão olímpico de qualquer modalidade ou aquele que quebrou recorde, ganhou medalhas, ou conquistou um lugar de destaque na política, esportes ou artes. Muito menos o ganhador do premio Nobel, Oscar ou algo parecido.
Deus entende a glória de maneira diferente de nós. Há provas disso no VT. O livro de Êxodo conta que depois de Moisés implorar a Deus para não abandonar Israel porque o povo estava adorando um bezerro de ouro, fez um pedido para si mesmo: Rogo-te que me mostres a tua glória. Êx 33.18
Moisés ansiava por ver a gloria de Deus. E Deus concordou em revelar sua glória a Moisés. O que será que Moisés esperava ver? O que você (cristão do século XXI) pensa que é a glória de Deus.
Os religiosos daquela época se confundiram porque tinham uma imagem distorcida da glória de Deus. Os gregos representavam a gloria dos seus deuses através de fenômenos da natureza como raios e trovões; terremotos e maremotos. No diálogo no monte da tentação ficamos com a impressão que seria uma demonstração de força e poder na forma cinematográfica, como: transformar pedras em pães ou voar sobre o pináculo do templo. Mt 4.2-7
Deus respondeu a Moisés de forma desconcertante e surpreendente: Eu farei passar toda a minha bondade diante de ti. Êx 33.18
É isso. Essa é a glória suprema de Deus. Não o braço forte nem o terrível golpe de espada, embora isso, também faça parte dele. O que é mais glorioso a respeito de Deus não é a força, poder, coragem, majestade ou magnificência, embora eles sejam grandes. O mais glorioso a respeito de Deus é a sua absoluta e inabalável bondade. Contudo, para ter uma visão completa do que isso significa o homem teve de esperar até conhecer um carpinteiro da Galiléia.
Além de ver Jesus como Salvador é preciso acostumar a vê-lo também como Mestre. O Mestre ensinou sobre esse assunto usando a graça como exemplo na parábola do filho pródigo. Lc 15.11-32
Quando o filho esbanjador estava longe de casa, e se distraía em festas gastando dinheiro com amigos, mulheres, bebidas, (é o que Jesus chamou de vida dissoluta). Um dia ele acordou sem dinheiro e abandonado pelos supostos amigos, e a escassez se abateu sobre a terra. Em pouco tempo, ele passou a viver na pobreza, foi trabalhar cuidando de porcos e sentia vontade de comer o alimento que dava aos porcos.
Muitos crentes que conheço diriam que ele estava na prova sem perceber que a necessidade o colou de joelhos e fez com que recobrasse o juízo. Não foi a visita de amigos (ao estilo da história de Jó), não foi uma pregação poderosa ou qualquer tipo de conselho que o quebrantou, mas a dificuldade. Isso é a graça. (Embora nem todos vejam desta forma), não tenho dúvida, Jesus estava falando em graça.
A forma como a parábola é conduzida mostra que o pai não procurou o filho enquanto ele permanecia longe e esbanjava dinheiro numa vida dissoluta e nem quando passou necessidades, mas quando quis voltar. A necessidade o fez cair em si e arrepender-se querendo voltar. Embora quisesse fazer algo para merecer a graça do pai não foi preciso.
Nota: Podemos definir graça como tudo o que puder ajudar alguém a voltar para casa e se entregar ao amor do Pai. Portanto, se você não quiser voltar para casa, está dizendo ao Pai que não quer Sua graça, que não precisa de Sua bondade nem quer ver a Sua glória. Pense nisso quando estiver argumentando: “Vou dar um tempo” ou “ainda não chegou a hora”.
Quando o filho estava se divertindo à toa, o que ele mais precisava (para voltar para casa) era sofrer. Por isso, o sofrimento foi uma graça que ele recebeu de presente. Depois, quando estava sofrendo, o que ele mais precisava era ser recebido de volta em casa. Assim, a festa também foi uma graça.
Nota: O Evangelho de Lucas diz que há uma festa no céu quando um pecador se converte.
Esta parábola também deixa a interrogação de como seria o destino do filho pródigo se não existisse um ato de graça e em vez disso o pai procurasse o filho mais velho dizendo: “Por toda a sua dedicação, pelos anos de trabalho no campo, vou mandar matar um bezerro cevado e fazer uma festa para você. Vista a túnica e use o meu anel. Receba o que você fez por merecer”.
É assim que queremos que seja, pois é assim que o mundo ensina que é, e é assim que a sociedade cobra que seja. Mas Jesus não ensinou dessa forma.
Quem é o seu mestre? Você está bebendo de que poço?
O filho mais velho estava no campo, quando chegou perto de casa, soube o que estava acontecendo e despejou seu ressentimento. O pai abriu o coração dizendo: “você sempre esteve aqui comigo e tudo o que é meu é seu, mas o seu irmão estava morto e voltou a vida, por isso também me alegro por ele”.
Ficamos porem, esperando pelo fim da historia. O que o irmão mais velho vai fazer: participar da festa ou exigir a sua parte e ganhar o mundo? Jesus nunca chegou a dizer. Ele deliberadamente deixa a história inacabada, pois esta parábola também se refere aqueles que se acham merecedores da graça de Deus por causa da sua religiosidade e, encarnam a postura do irmão mais velho.
Aquele que está dentro da igreja e rejeita os que estão afastados. Aquele que julga e hostiliza os que estão voltando e têm que enfrentar os olhares desconfiados e acusadores.
Nota: Existe uma turma que está tão cheia de si mesmo que não há lugar para a graça e por isso não pode ver (e se vê não reconhece) a glória de Deus. Para estes a história só terá um fim quando entenderem que precisam tanta graça quanto os filhos pródigos.
A inveja é o veneno daqueles que acham que não foram escolhidos, querem o que o outro tem e sentem-se mal por não terem. A inveja é perigosa porque vai contra o outro. Pecados como a ganância e a luxúria procuram satisfazer os próprios desejos. A inveja não busca apenas suprir o próprio prazer, mas diminuir o prazer de quem é invejado.
Esta parábola foi escrita para advertir aqueles que são rebeldes, esbanjadores e procuram a felicidade nos prazeres carnais e por isso saem da casa do pai, mas também (e principalmente) para aqueles que são enlaçados pela inveja.
Você quer ser ricamente abençoado ! Vai aí a sugestão: acesse o blog da Prª Nadia Mota http://www.ocolodopai.blogspot.com/ . Leia " atentamente " e receba do Senhor !
A VERDADEIRA SABEDORIA
I Co 2.6-16
Objetivo: Chamar a atenção dos ouvintes para a verdadeira sabedoria, aquela que desce do Alto do Pai das luzes.
Idéia Central do Texto:
No texto lido, o apóstolo Paulo chama a atenção dos seus leitores para verdadeira sabedoria que envolve o mistério da salvação. Aliás, ele começa a sua argumentação desde o capítulo anterior, quando afirma em I Co 1.18,19 que: “Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos, poder de Deus. Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos”.
A idéia central aqui é simplesmente proclamar que o evangelho da graça deve ser ministrado e recebido pelo poder do Espírito Santo e não pela eficácia da argumentação humana.
Introdução:
Conta-se que em certa igreja havia um belo vitral na parede bem atrás do púlpito. O vitral retratava Jesus crucificado. Um pastor convidado, bem mais baixo que o pastor titular, pregava naquele domingo. Uma menininha passou algum tempo ouvindo da congregação, depois perguntou a mãe: “Onde está o homem que sempre fica ali na frente para a gente não ver Jesus?”.
Muitos pregadores têm feito isso, se colocado na frente para a gente não ver Jesus. Por isso, a eficácia do evangelismo não depende de nossos argumentos, nem de expedientes persuasivos, mas sim do poder de Deus operando em nossa vida e por meio da palavra que compartilhamos.
O apóstolo Paulo insiste com seus leitores que o cerne do evangelho é Cristo e este crucificado: “Escândalo para os judeus e loucura para os gentios”. Se compreendermos esse mistério, terá sido revelada para nós a verdadeira sabedoria do Espírito.
NO TEXTO LIDO PAULO PROCURA, NO PODER DO ESPÍRITO SANTO, APRESENTAR DOIS FUNDAMENTOS DO EVANGELHO DA GRAÇA, INSISTINDO COM SEUS LEITORES A VOLTAREM A ESSES PRINCÍPIOS:
O Evangelho da Graça é idéia de Deus, não de homens, e faz parte do plano eterno de Deus – VS. 6-9:
Paulo foi à Corinto, não para fundar um “fã clube religioso”, onde ele seria o grande ídolo, mas para glorificar o Senhor.
Ele não dependia de um discurso eloqüente, nem de uma argumentação engenhosa para se fazer compreender; simplesmente declarava a Palavra de Deus no poder do Espírito. Ele era um embaixador, não um vendedor do Evangelho! Como ele próprio diz em I Co 3.9: “Porque somos cooperadores de Deus; lavoura de Deus; edifício de Deus sois vós”.
A salvação foi planejada pelo Pai desde tempos eternos; comprada pelo Filho e ministrada no poder revelador do Espírito Santo!
Sua mensagem é ao mesmo tempo simples e profunda. É simples o suficiente para que até um iletrado a compreenda, diz o profeta Isaías que nem o louco errará o Caminho; é tão profunda, ao ponto do teólogo mais brilhante não conseguir entender o seu âmago. Essa sabedoria vem de Deus e não de homens. V.6
Essa sabedoria que é ao mesmo tempo simples e profunda foi escondida aos poderosos “deste século” e revelada aos humildes de espírito – VS. 7,8
Essa sabedoria envolve os desígnios de Deus. Ele tem um plano pré-concebido e não uma improvisação de última hora. Até a morte de Jesus foi ordenada e planejada por Deus.
Essa sabedoria tremenda redunda em glória para os eleitos de Deus. Ela aplica-se à vida do cristão, tanto hoje quanto na vida por vir – v.9
Os cristãos coríntios, assim como muitos hoje, haviam esquecido o preço pago por sua salvação; deixaram de olhar para o mistério da cruz e passado a se ocupar com questões secundárias. Iam atrás da filosofia grega tentando misturá-la com o cristianismo, como se este não fosse suficiente. Hoje vemos o afã daqueles que são dependentes de eventos como seminários, congressos e encontros disso e daquilo. Salvo raras exceções, a maioria desses eventos não passa de caça níqueis. Quando você foi convidado para um evento desses sem que fosse preciso pagar e caro?
Todos os que de fato se encontraram com o Cristo Vivo foram salvos, libertos e curados, sobretudo interiormente, sem que se precisasse acrescentar nada a mensagem da cruz. Olhemos para Zaqueu, o publicano; para a mulher adúltera; para a samaritana sedenta; para o endemoninhado gadareno; para os apóstolos todos, inclusive Paulo. Todos salvos e libertos, pela suficiência da mensagem da cruz. Por que então hoje os cristãos vivem buscando uma libertação fora dessa Palavra de vida? É preciso tão somente ler, meditar e praticar essa Lei Perfeita, chamada por Tiago de Lei da Liberdade. Essa Lei Perfeita é suficientemente salvadora, libertadora, sustentadora, firmadora e santificadora para todo aquele a recebe de todo coração.
O Evangelho da Graça é revelado pelo Espírito Santo mediante a Palavra pregada, não pela sabedoria humana – VS.10-16:
A nossa salvação envolve as três pessoas da Divindade. Não podemos ser salvos sem a graça eletiva do Pai, sem o sacrifício amoroso e vicário do Filho, e sem o ministério de persuasão e regeneração do Espírito Santo.
Não basta dizer: “Creio em Deus”. Que Deus? A menos que seja o Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, não pode haver salvação alguma.
Paulo ressalta aqui quatro ministérios importantes do Espírito Santo:
Primeiro: O Espírito habita no cristão – v.12: exatamente no momento que cremos em Jesus e o recebemos como Senhor e Salvador, o Espírito Santo entra em nosso corpo transformando-o em seu templo – I Co 6.19,20.
Segundo: O Espírito sonda as profundezas de Deus - VS. 10, 11: por meio do Espírito Santo que em nós habita, discernimos a vontade do Pai para nós.
Terceiro: O Espírito ensina – v.13: os olhos do nosso entendimento são iluminados para que possamos compreender a Verdade de Deus encontrada na Palavra. Com o Espírito aprendemos a linguagem do Pai, “conferindo coisas espirituais com espirituais”.
Quarto: O Espírito amadurece o cristão – VS. 1b4-16: o salvo maduro na fé é chamado de homem espiritual. Uma das marcas da maturidade é o discernimento. O cristão maduro tem a mente de Cristo; vê não a aparência das coisas, mas a sua profundidade.
Os coríntios estavam tão embevecidos com os dons miraculosos do Espírito manifestados em alguns líderes, que deixaram de lado os ministérios fundamentais do Espírito. Dons são apenas ferramentas de trabalho para edificação da igreja, mas não testificam de espiritualidade. Quando Deus quer usar, usa até uma jumenta como fez no caso de Balaão. Nm 22.
Procuremos no Senhor esta Sabedoria que leva a maturidade e gera equilíbrio no Corpo de Cristo que é a igreja.
Conclusão: O que aprendemos aqui?
A verdadeira sabedoria é a que vem de Deus, não de homens.
O Evangelho da Graça é idéia e plano de Deus desde tempos eternos, não uma improvisação de última hora.
O Evangelho só pode ser compreendido pelo poder revelador do Espírito Santo, mediante a palavra pregada.
Dons não testificam de espiritualidade, são ferramentas de crescimento e edificação para a igreja de Cristo.
O Cerne do Evangelho da Graça é Cristo e este crucificado: “Escândalo para os judeus e loucura para os gentios”.
Em I Co 3.18-20, Paulo diz: “Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornar salvo. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios que são pensamentos vãos”.
Você já leu bem devagar esse verscículo?
"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós" - 2ª Corintios 4.7.
E esse?
Diz Paulo: "...temos este tesouro em vasos de barro..." (2ª Coríntios 4.6-7).
Estes vasos somos nós, a quem Jesus arrancou da lama, limpou e quer usar. Vasos talvez quebrados em pedaços, por uma vida difícil, mas em que o Senhor reúne os fragmentos (cacos) e reconstitui o vaso, pela ação do Espírito Santo. Ele faz isso por nos amar e para nos usar.
Chico Xavier conseguiu atrair uma multidão de curiosos ao cinema para assistir ao filme sobre a vida do falecido médium espírita.
Porém, sabemos que os adeptos (assumidos) do espiritismo no Brasil ainda são poucos.
É bem verdade que de cada 100 católicos, ao menos 90 já visitaram um centro-espírita.
Mas afinal, quem está com a razão, o espiritismo ou a Bíblia Sagrada?
Se a Bíblia estiver com a razão sobre o "estado dos mortos" e sobre a "ressurreição", logo; os espiritismo está mentindo, ou, vice-versa.
Vamos entender:
O espiritismo prega que a salvação é proveniente de uma vida levada à CARIDADE.
A Bíblia Sagrada ensina que o único meio de se alcançar a salvação é por intermédio de uma fé no Salvador Jesus Cristo, seguindo a Ele e obedecendo os Seus ensinamentos.
"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada". Gálatas 2:16
O espiritismo prega que após a morte, o homem aguarda pela REENCARNAÇÃO afim de se aperfeiçoar.
A Bíblia Sagrada ensina que após a morte, o homem aguarda pela RESSURREIÇÃO, uns para a vida eterna, outros para a condenação.
"Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos". Atos dos Apóstolos 24:15
"Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou". 1 Coríntios 15:16
O espiritismo prega que os mortos podem se comunicar com os vivos.
A Bíblia Sagrada ensina que após a morte, o homem não tem contato algum com aqueles que ainda permanecem vivos.
"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento". Eclesiastes 9:5
O espiritismo prega que o Senhor Jesus seria apenas um Ser superior, uma especie de super-médium já evoluído.
A Bíblia Sagrada ensina que o Senhor Jesus é o próprio Deus que se fez carne e habitou entre nós, com o objetivo de morrer na cruz e salvar o pecador (todos os homens).
"E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna". 1 João 5:20
O espiritismo prega que os espíritos (encostos) devem ser "doutrinados" e que a mediunidade (ato de incorporar espíritos) deve ser desenvolvida.
A Bíblia Sagrada ensina que os espíritos (encostos) na verdade são espíritos imundos (demônios) que devem ser expelidos (expulsos) da vida do indivíduos que está sendo perturbado e ou atormentado por esses seres malignos.
"E estava Ele expulsando um demônio, o qual era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou; e maravilhou-se a multidão". Lucas 11:14
"E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios". Lucas 8:2
Assim podemos entender que, se a Bíblia Sagrada ensina a verdade, então, não resta a menos dúvida de que o espiritismo ensina uma doutrina falsa é perigosa.
Que Deus abençoe a sua vida.
curiosidades !
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